aiu
“Você” […] eu tento passar uma borracha, mas quem mandou eu escrever a caneta?”
+ Isabel Lee  (via incomplet4)

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incomplet4:

Ela sempre fora complicada. Saíra pelo mundo guardando tristezas e soltando sorrisos falsos. E era mas ou menos isso, mas ninguém nunca se preocupara em decifra-la, decifrar seus sentimentos, e sua vida. Ninguém nunca a ouvia, ela gritava, e ninguém tentava ajuda-la. A vida dela era como um deserto, seca, sem graça e ela ia morrendo aos poucos até achar água, que a fazia sofrer mais depois. O mundo dela ficava sempre de oxıɐq ɐɹɐd ɐçǝqɐɔ, ela se sentia louca, e ninguém estava do lado dela pra ajudar. Nunca estavam, era tão mais fácil sofrer sozinha. Ninguém nunca olhara pra ela, e perguntara se ela estava bem, querendo realmente saber a resposta. Como costumam dizer: “Quando alguém pergunta se você está bem, eles não querem saber a resposta”. Ela se sentia assim, cercada de pessoas desinteressadas nela, que nem ligam pra ela, e que só fingem, mentem, enganam. Ela se sentia transparente, parte da paisagem. As pessoas a tratavam assim, um obstáculo, algo que só as atrapalhava, inútil, sem razão para existir. E a vida dela não era nada. Era só ilusões e erros, ela precisava de novas pessoas, precisava que algo bom acontecesse, precisasse de sonhos que se realizassem, a vida dela parecia aquela bola de neve, que vai ficando maior com cada merda que se faz. E no fim, a bola caia em cima de você, e não dá pra escapar. Numa rua sem saida, era como ela se sentia, encurralada, presa. E ela não conseguia escapar, e vivia presa naquele mundo cheio de rótulos e rotuladores.


40kmdevoce:

Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco, mas nós vamos juntos. Eu pulo, se você me der a mão. Me de sua mão, e vamos juntos seguir em frente. Antes vou te avisar, se você não for, eu não irei suportar. Quero que saiba, que vou depositar muita confiança em você, e isso provavelmente vai me fazer sofrer futuramente. Te peço para ficar aqui mesmo com minhas crises. Sim, talvez eu esteja te pedindo demais, mas você veio e se ficar, peço que me ouça, que me ame direito. Não me iluda, eu sou frágil e vou sofrer. Por favor. É incrível, você consegue ser tão errado, e perfeito para mim. Como se tivesse nascido errado pro lado certo. Errado pro resto, e certo pra mim. Como se eu fosse um quebra-cabeça, e você era a peça faltando. Mas se essa peça cair, se soltar, o quebra-cabeça nunca poderá ser montado, será incompleto para sempre. Então não vá meu amor, eu te imploro. Não me deixe, fique comigo hoje, amanhã e sempre.  40kmdevoce e incomplet4


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incomplet4:

Eu sou um quebra-cabeça desmontado, um mistério não resolvido, uma página pulada. Sou desinteressante e entediante para muitos, cansam de mim tão facilmente. Entram na minha vida, viram tudo de ponta cabeça, e vão embora sem por nada no lugar. Queria saber o porque vem, se sabem que vão embora logo. Devem pensar, “vamos só atrapalha-la, porque, ela não deve nem ligar. Ela nunca chora, só sorri”. Má noticia para vocês, eu sofro, eu choro, como todos. Eu só não gosto de demonstrar. Por favor, parem. Isso machuca, eu saio todo dia com um sorriso no rosto, tentando ser legal com as pessoas, e me sinto tão superficial. Vocês deviam aprender, que nem todos os sorrisos são verdadeiros. Sabem aquela garota que só sorri? São sorrisos forçados. Sabem aquela garota que raramente sorri? O estoque de sorrisos falsos dela, acabaram. Sabe todos os dias, que vocês vem me magoar, e eu fingo nem ligar? Eu ligo, dói. Dói mais ainda, saber que aqueles que dizem ser meus amigos fazem isso. Por favor, parem.


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incomplet4:

Eu sou um quebra-cabeça desmontado, um mistério não resolvido, uma página pulada. Sou desinteressante e entediante para muitos, cansam de mim tão facilmente. Entram na minha vida, viram tudo de ponta cabeça, e vão embora sem por nada no lugar. Queria saber o porque vem, se sabem que vão embora logo. Devem pensar, “vamos só atrapalha-la, porque, ela não deve nem ligar. Ela nunca chora, só sorri”. Má noticia para vocês, eu sofro, eu choro, como todos. Eu só não gosto de demonstrar. Por favor, parem. Isso machuca, eu saio todo dia com um sorriso no rosto, tentando ser legal com as pessoas, e me sinto tão superficial. Vocês deviam aprender, que nem todos os sorrisos são verdadeiros. Sabem aquela garota que só sorri? São sorrisos forçados. Sabem aquela garota que raramente sorri? O estoque de sorrisos falsos dela, acabaram. Sabe todos os dias, que vocês vem me magoar, e eu fingo nem ligar? Eu ligo, dói. Dói mais ainda, saber que aqueles que dizem ser meus amigos fazem isso. Por favor, parem.


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incomplet4:

Ela sempre fora complicada. Saíra pelo mundo guardando tristezas e soltando sorrisos falsos. E era mas ou menos isso, mas ninguém nunca se preocupara em decifra-la, decifrar seus sentimentos, e sua vida. Ninguém nunca a ouvia, ela gritava, e ninguém tentava ajuda-la. A vida dela era como um deserto, seca, sem graça e ela ia morrendo aos poucos até achar água, que a fazia sofrer mais depois. O mundo dela ficava sempre de oxıɐq ɐɹɐd ɐçǝqɐɔ, ela se sentia louca, e ninguém estava do lado dela pra ajudar. Nunca estavam, era tão mais fácil sofrer sozinha. Ninguém nunca olhara pra ela, e perguntara se ela estava bem, querendo realmente saber a resposta. Como costumam dizer: “Quando alguém pergunta se você está bem, eles não querem saber a resposta”. Ela se sentia assim, cercada de pessoas desinteressadas nela, que nem ligam pra ela, e que só fingem, mentem, enganam. Ela se sentia transparente, parte da paisagem. As pessoas a tratavam assim, um obstáculo, algo que só as atrapalhava, inútil, sem razão para existir. E a vida dela não era nada. Era só ilusões e erros, ela precisava de novas pessoas, precisava que algo bom acontecesse, precisasse de sonhos que se realizassem, a vida dela parecia aquela bola de neve, que vai ficando maior com cada merda que se faz. E no fim, a bola caia em cima de você, e não dá pra escapar. Numa rua sem saida, era como ela se sentia, encurralada, presa. E ela não conseguia escapar, e vivia presa naquele mundo cheio de rótulos e rotuladores.


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c-riptonite:

Ela sempre fora complicada. Saíra pelo mundo guardando tristezas e soltando sorrisos falsos. E era mas ou menos isso, mas ninguém nunca se preocupara em decifra-la, decifrar seus sentimentos, e sua vida. Ninguém nunca a ouvia, ela gritava, e ninguém tentava ajuda-la. A vida dela era como um deserto, seca, sem graça e ela ia morrendo aos poucos até achar água, que a fazia sofrer mais depois. O mundo dela ficava sempre de oxıɐq ɐɹɐd ɐçǝqɐɔ, ela se sentia louca, e ninguém estava do lado dela pra ajudar. Nunca estavam, era tão mais fácil sofrer sozinha. Ninguém nunca olhara pra ela, e perguntara se ela estava bem, querendo realmente saber a resposta. Como costumam dizer: “Quando alguém pergunta se você está bem, eles não querem saber a resposta”. Ela se sentia assim, cercada de pessoas desinteressadas nela, que nem ligam pra ela, e que só fingem, mentem, enganam. Ela se sentia transparente, parte da paisagem. As pessoas a tratavam assim, um obstáculo, algo que só as atrapalhava, inútil, sem razão para existir. E a vida dela não era nada. Era só ilusões e erros, ela precisava de novas pessoas, precisava que algo bom acontecesse, precisasse de sonhos que se realizassem, a vida dela parecia aquela bola de neve, que vai ficando maior com cada merda que se faz. E no fim, a bola caia em cima de você, e não dá pra escapar. Numa rua sem saida, era como ela se sentia, encurralada, presa. E ela não conseguia escapar, e vivia presa naquele mundo cheio de rótulos e rotuladores.


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1 month ago · 20 notes · reblog this
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Aprendi a ser atriz desde criança. Minha mãe me mandava dizer: “muito obrigada, é lindo”, por um presente horrível que eu tinha ganhado. Aprendi a engolir o choro, a sorrir, mesmo estando morrendo por dentro. Vivo tanto de aparência, que até sei enganar a mim mesma agora. Frases do tipo “estou bem, não aconteceu nada e passou” escondem a verdade. Não sei se isso é bom, ou se é ruim. Esse meu lado de atriz já me ajudou muito a manter a calma em momentos de desespero. Mas isso me sufoca, tenho vontade de gritar, de sair correndo e dizer que não aguento mais. Mas não, você não pode fazer isso, não seja louca, finja que está tudo bem. Sorriso no rosto, menina. Você consegue.


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1 month ago · 3,098 notes · reblog this
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